Você vê um amigo de longe e, em questão de pouquíssimos segundos, tem o “pressentimento” de que há algo errado. Quando os dois se sentam para conversar, ele conta que realmente está passando por problemas sérios. Como você sabia? O neurocientista David Eagleman, que dirige o Laboratório de Percepção e Ação do Baylor College of Medicine no Texas, traz uma explicação no livro “Incógnito – As Vidas Secretas do Cérebro”.
Para entender, imagine outra situação: você e outras pessoas estão diante de uma mesa com quatro baralhos. Cada um precisa escolher uma carta a cada rodada – e o que aparecer nela pode significar perdas ou ganhos em dinheiro. Mas há um detalhe: dois desses baralhos têm mais cartas boas (ou seja, fazem você ganhar dinheiro) e dois têm mais cartas ruins. Quem escolhe o baralho é o próprio participante que está tirando a carta. Em todas as rodadas, enquanto toma a decisão, cada pessoa é interrogada sobre quais baralhos acredita serem bons ou ruins. Quanto tempo você acha que levaria para descobrir isso?
Quem nunca deu uma zoada com uma estátua, não é mesmo?
Todo mundo já aproveitou e fez alguma pose engraçada ao lado de um monumento em algum momento da sua vida, sej a por solidão, seja por anarquia ou qualquer outro motivo!
Vamos adimitir!
Todo mundo já aproveitou e fez alguma pose engraçada ao lado de um monumento em algum momento da sua vida, sej a por solidão, seja por anarquia ou qualquer outro motivo!
Vamos adimitir!
Qual seria o pior lugar do mundo para se utilizar uma senha muito – mas muito mesmo – fraca? A resposta mais óbvia (ok, nem tanto assim) seria: “computador de controle de mísseis nucleares”. Pois as forças armadas dos Estados Unidos utilizaram a senha “00000000” para proteger esses computadores durante oito anos (de 1968 a 1976).
As informações, que mais parecem uma grande piada, são reais e estão na edição de setembro de 2004 da revista Harper’s Magazine. Para a sorte dos norte-americanos, na época não havia nenhum hacker esperto o bastante para utilizar um robô de força bruta para quebrar os códigos e causar uma catástrofe.
As informações, que mais parecem uma grande piada, são reais e estão na edição de setembro de 2004 da revista Harper’s Magazine. Para a sorte dos norte-americanos, na época não havia nenhum hacker esperto o bastante para utilizar um robô de força bruta para quebrar os códigos e causar uma catástrofe.
Se você utiliza o Chome para passear pela internet, parabéns: você é um consumidor com um raciocínio acima da média. Ao menos é essa a conclusão de um recente estudo que comparou os fãs do navegador da Google com o Internet Explorer e o Mozilla Firefox.
Média de tempo gasto na resolução dos quebra-cabeças: com o Chrome, o tempo é bem menor. (Fonte da imagem: Calcudoku)
Média de tempo gasto na resolução dos quebra-cabeças: com o Chrome, o tempo é bem menor. (Fonte da imagem: Calcudoku)
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